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Apontado como chefe de facção em Abadiânia morre em confronto com a PM em Anápolis, diz corporação

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Fila de caminhonetes azuis e brancas da Polícia Militar de Goiás estacionadas em uma avenida, com policiais ao fundo

Imagem ilustrativa: viaturas da Polícia Militar de Goiás. Foto: Emerson Júnior Gonçalves da Silva Figueiredo (CC BY-SA 2.0), via Wikimedia Commons

Um homem apontado pela Polícia Militar de Goiás como líder da facção carioca Terceiro Comando Puro (TCP) em Abadiânia, no Entorno do Distrito Federal, morreu em confronto com policiais durante uma tentativa de abordagem em Anápolis. A ocorrência foi divulgada pela corporação no fim de semana. O nome dele não foi informado.

A versão da PM

De acordo com a PM, batalhões trocaram informações que indicavam que o homem passaria por Anápolis a caminho de Pirenópolis, onde, segundo a corporação, cometeria um novo homicídio a mando da organização criminosa. Ao avistarem o veículo, os policiais deram ordem de parada. O suspeito fugiu de moto, perdeu o controle e saiu da pista.

Ainda segundo a PM, ele continuou a fuga a pé, atirou contra os policiais e se escondeu em um bananal. As equipes fizeram um cerco e o localizaram em uma chácara próxima. Na aproximação, de acordo com a corporação, o homem voltou a atirar e os policiais revidaram. Ele foi baleado e o socorro médico constatou a morte no local.

Suspeito de duplo homicídio

A PM afirma que o homem exercia a função de executar homicídios em favor da facção e era um dos principais suspeitos do assassinato de um casal em julho deste ano, no bairro Jardim Santa Fé, em Abadiânia. Thiago Miranda de Macedo, de 39 anos, e Adriene Alves de Sousa, de 41, foram mortos a tiros dentro de casa. Uma terceira pessoa ficou ferida. A sobrevivente contou à polícia que dois homens encapuzados invadiram a residência já atirando, e por isso não conseguiu identificá-los.

Apuração

Toda morte decorrente de intervenção policial deve ser apurada em inquérito, e cabe ao Ministério Público de Goiás (MPGO) exercer o controle externo da atividade policial e avaliar se a reação dos agentes foi legítima. A versão apresentada até agora é a da Polícia Militar.

Com informações de: Mais Goiás

AssuntosAbadiâniaAnápolisPolícia Militar de Goiás

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