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Botijão de gás custa de R$ 100 a R$ 130 em Goiânia, e diferença chega a 25% na mesma região, aponta Procon Goiás

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Botijão de gás de cozinha azul, de 13 quilos, sobre piso de cimento na área externa de uma casa

Botijão de gás de 13 quilos. Foto: Robsonchito (CC0, domínio público), via Wikimedia Commons

Pesquisa em 21 revendedoras mostra que vale a pena comparar antes de comprar. Órgão também lista cuidados de segurança que servem para consumidores de todo o estado.

O preço do botijão de gás de cozinha de 13 quilos pode variar até 25% entre revendedoras de uma mesma região de Goiânia. A conclusão é de uma pesquisa do Procon Goiás feita em 21 estabelecimentos da capital entre 23 e 25 de setembro. Os valores encontrados foram de R$ 100 a R$ 130.

O levantamento comparou os preços nas regiões Norte, Centro-Oeste, Sul, Sudoeste e Leste da cidade, em duas modalidades: retirada no estabelecimento e entrega em domicílio.

As maiores diferenças

Região de GoiâniaModalidadeMenor preçoMaior preçoVariação
NorteEntrega em domicílioR$ 100R$ 12525%
Centro-OesteRetirada no localR$ 105R$ 130pouco mais de 23%
SudoesteRetirada no localR$ 105R$ 120quase 15%
SulEntrega em domicílioR$ 110R$ 125pouco mais de 13%

Na prática, quem compra um botijão por mês e escolhe a revenda mais cara da própria região pode gastar até R$ 300 a mais em um ano do que o vizinho que pesquisou.

A pesquisa retrata apenas a capital. Os preços no interior, inclusive em Jataí, não foram levantados e podem ser diferentes, mas a orientação de comparar valores antes de pedir o gás vale para qualquer cidade.

O que olhar antes de comprar

  • O botijão não deve ter ferrugem, amassados, alça solta nem danos na base;
  • Confira a identificação da companhia responsável pelo gás;
  • Observe se há sinais de vazamento na válvula;
  • Evite comprar de caminhões de venda clandestina: esses botijões podem não ter passado pelos testes e vistorias exigidos;
  • Troque a mangueira e o regulador a cada cinco anos, ou antes, se apresentarem defeito.

E se houver vazamento

Depois de instalar o botijão, o consumidor pode testar a conexão com espuma de sabão: se formar bolhas, há vazamento. Se o problema persistir, o Procon orienta a levar o botijão para um local bem ventilado e acionar a empresa responsável pela entrega.

Com informações de: Jornal Opção.

AssuntosConsumidorGás de cozinhaGoiásProcon Goiás

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