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Conta de luz da Equatorial fica 7,36% mais cara para as casas de Goiás a partir desta quinta; veja quanto sobe uma fatura de R$ 150, R$ 200 e R$ 300

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Medidor de energia elétrico antigo, de caixa preta, com o mostrador de quilowatts-hora e o disco giratório, preso a uma parede

Medidor de energia elétrica residencial. Foto ilustrativa: RobbieIanMorrison (CC BY 4.0), via Wikimedia Commons

A conta de luz em Goiás ficou mais cara a partir desta quinta-feira (22). Entrou em vigor o reajuste tarifário da Equatorial Goiás autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), com aumento médio de 7,25%. Para os consumidores residenciais, inclusive os de Jataí, a alta é maior: 7,36%.

O reajuste atinge mais de 3,67 milhões de unidades consumidoras atendidas pela distribuidora em todo o estado. Para os clientes de baixa tensão, grupo que reúne casas, comércios e pequenas empresas, o aumento médio é de 7,26%. Indústrias e empresas atendidas em média e alta tensão terão alta média de 7,22%.

Quanto muda na prática

Mantidos o mesmo consumo e as demais condições de cobrança, o percentual residencial de 7,36% faz as faturas subirem assim:

Conta antes do reajusteConta depois do reajusteDiferença por mês
R$ 150,00R$ 161,04R$ 11,04
R$ 200,00R$ 214,72R$ 14,72
R$ 300,00R$ 322,08R$ 22,08

A conta não sobe necessariamente na mesma proporção para todos, porque o reajuste vale a partir da data de vigência e as faturas com leitura que pega dias antes e depois dessa data podem ter o aumento aplicado de forma proporcional.

Por que a conta sobe

Entre os fatores que pesam no reajuste estão os custos de compra de energia, as despesas com transmissão e os encargos do setor elétrico, além do acionamento de usinas termelétricas, mais caras. A distribuidora lembra que o valor pago pelo consumidor não fica todo com a empresa: a fatura inclui as parcelas da geração, da transmissão, dos tributos e dos encargos. Cabe à Aneel analisar e autorizar os reajustes conforme as regras dos contratos de concessão.

O aumento chega no início do período de calor mais forte, quando o uso de ventiladores e de ar-condicionado costuma crescer. Para reduzir o impacto, as recomendações são diminuir o tempo de banho quente, desligar aparelhos em modo de espera, usar o ar-condicionado com portas e janelas fechadas e na temperatura de 23 °C a 24 °C e conferir se a família tem direito à Tarifa Social de Energia Elétrica, que dá desconto a inscritos no CadÚnico com cadastro em dia.

Fonte: O Cerradão

AssuntosAneelConta de luzEnergia elétricaEquatorial GoiásGoiásJataíReajuste

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