O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que o Executivo vai revisar a medida em 2025
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) havia apresentado, nesta terça-feira, 15, dados complementares sobre a possibilidade de adiantar os relógios em uma hora.
Mudança de fuso horário e a economia
No relatório anterior, entregue ao governo federal ainda em setembro, o ONS recomendou a mudança temporária no fuso horário como medida de economia financeira, ou seja, indicou parecer favorável ao retorno do horário de verão. A economia em 2024, de acordo com o órgão, poderia chegar a R$ 400 milhões.
Na última semana, Silveira informou, contudo, que o horário de verão só seria retomado se fosse “imprescindível”. Ainda de acordo com o ministro de Minas e Energia, o fim da medida, em 2019, foi uma decisão tomada “irresponsavelmente”. Ele não explicou, contudo, a razão de a atual gestão do governo federal não reverter o que ele classifica como irresponsável.
Fonte: Revista Oeste



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