Marcelo Moraes (PL) disse a Oeste que voluntários e autoridades regionais têm feito o trabalho de salvamento e reconstrução
Moraes contou que ele mesmo tem percorrido a região para ajudar as pessoas afetadas pelas inundações. Em Rio Pardo, por exemplo, a água destruiu pontes e subiu, ameaçando esbarrar nos fios elétricos de postes. A energia teve de ser desligada.
“Com isso, o hospital local ficou sem energia, eu mesmo fui levar um gerador para lá”, disse o deputado.
Os hospitais, ressalta ele, também ficaram vulneráveis com as enchentes. Em Candelária, por exemplo, pessoas precisavam de hemodiálise com urgência e não havia recurso para serem atendidos.
Até este domingo, Moraes estava ilhado na região. Agora, ele conseguiria chegar a Porto Alegre, dando uma volta enorme pelas estradas, via Pelotas, o que aumentaria, em função das áreas inundadas, o trajeto de 150 km para cerca de 700 km.
O deputado conta que outra questão importante para aquelas regiões ainda isoladas é a chegada de suprimentos básicos.
“Há pessoas precisando de comida e utensílios de higiene com urgência”, afirmou.
Em outras regiões cujas águas já baixaram, a necessidade agora é iniciar a reconstrução, afirmou o parlamentar. E a participação do governo federal precisa ser efetiva, segundo ele.
“Não adianta apenas enviar recursos, é preciso desburocratizar e liberar de maneira ágil, que atenda as necessidades emergenciais da região”, destacou Moraes.
“Nosso objetivo primeiro foi salvar vidas, depois levar suprimentos para os ilhados, e, agora, em cidades da região, pensamos em uma reconstrução básica, prefeituras já começaram a mobilizar maquinário para repor minimamente o asfalto para tráfego nas vias e rodovias. Mas sem o braço do governo federal, não será possível.”
Fonte: Revista Oeste



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