Governo manda mensagens contraditórias sobre sua disposição efetiva de cortar despesas
O texto destaca também que a expectativa do mercado para a inflação deste ano já superou o teto da meta, os juros futuros continuam a subir e a dívida bruta deve superar o patamar de 90% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2032. “Isso vai fazer um picadinho do arcabouço fiscal”, afirma o editorial.
“O governo não demonstra pressa e afirma que as medidas de corte visam a cumprir a meta de 2026”, destacou a publicação. “A resistência de Lula é evidente, e ele não parece nada convencido sobre a necessidade de rever gastos públicos de uma maneira estrutural. Os bloqueios, contingenciamentos e pentes-finos do governo em benefícios sociais, previdenciários e assistenciais não enganam mais ninguém”, concluiu o Estadão.
Fonte: Revista Oeste



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