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PF faz buscas em Cidade Ocidental contra mulher suspeita de participar de esquema de furto eletrônico contra a Caixa; diligências também ocorreram em Brasília

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Dois prédios altos de fachada listrada em branco e cinza com o brasão da Polícia Federal, sob céu azul, em Brasília

Sede da Polícia Federal, em Brasília. Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado (CC BY 2.0), via Wikimedia Commons

A Polícia Federal (PF) cumpriu mandados de busca e apreensão em Cidade Ocidental, no Entorno do Distrito Federal, numa operação contra um esquema de furto eletrônico que teria causado prejuízo à Caixa Econômica Federal. A ação foi na quarta-feira (4) e teve como alvo endereços ligados a uma mulher suspeita de participar das fraudes. Também houve diligências em Brasília.

Os mandados foram expedidos pela Justiça. Segundo a PF, o objetivo da operação é reunir provas para esclarecer como os crimes eram cometidos, identificar outros possíveis participantes e medir o tamanho do prejuízo ao banco. A identidade da investigada não foi divulgada, e não houve informação sobre prisões.

A investigada pode responder por furto eletrônico, além de outros crimes que venham a ser identificados ao longo da apuração. A PF não informou os valores envolvidos nem quantas pessoas podem ter participado do esquema. As investigações continuam.

O que é furto eletrônico

O furto mediante fraude por meio eletrônico ou informático foi incluído no Código Penal em 2021, pela Lei nº 14.155, que endureceu as penas para crimes cometidos pela internet ou com uso de dispositivos eletrônicos. Nesses casos, a pena prevista é de quatro a oito anos de reclusão, além de multa, e pode aumentar se o crime for praticado com uso de servidor localizado fora do país ou contra idoso ou pessoa vulnerável.

Quando o alvo é a Caixa, empresa pública federal, a investigação fica a cargo da Polícia Federal e o processo corre na Justiça Federal. O banco costuma ser alvo de fraudes que vão do uso de dados de clientes para saques e transferências até golpes com benefícios sociais pagos pela instituição.

Golpes contra o cliente

Para o correntista, a orientação dos bancos é desconfiar de contatos que pedem senha, código de verificação ou instalação de aplicativos, conferir sempre os canais oficiais e avisar a instituição imediatamente em caso de movimentação estranha na conta.

Fonte: O Cerradão.

AssuntosCaixaCidade OcidentalEntorno do DFFurto eletrônicoOperaçãoPolícia Federal

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